27.5.18

Oração da prosperidade


Oração da prosperidade "Ó Deus criador deste imenso universo, estou aqui para te invocar em favor da minha vida financeira. Que do alto da minha cabeça até a planta dos meus pés, que eu seja envolvido por uma corrente de riqueza. Derrame sobre mim o dom da riqueza para que eu veja a tua glória e proclame a tua existência por onde eu passar. E que o anjo do dinheiro me visite e coloque em minhas mãos o espírito da sorte para que tudo que eu tocar venha prosperar e até o que era para dar errado passe a dar certo! Tu és o dono do ouro e da prata, então venha dos quatro cantos do mundo para me fazer um abençoado e de muitas posses. Manifeste em mim a tua grandeza e me faça ganhar, conquistar e enriquecer, porque tu és um Deus que soma, multiplica e acrescenta. Pelo poder do nome de Jesus Cristo eu levanto a minha voz e profetizo que a partir deste instante o dinheiro virá em todas as direções e em avalanches de abundâncias. A partir de agora, o meu destino está selado porque sou filho do Deus que criou todas as riquezas do mundo e vou me tornar muito rico. Então, me torne o novo ganhador de todos os prêmios do universo que tenho merecimento pelo teu poder pois sei que o Senhor pode interferir em minha vida. É o que eu te peço e determino que irá acontecer, em nome de Jesus Cristo. Amém."

4.11.09

POR QUE OS HOMENS GOSTAM TANTO DE USAR BIGODES


Realmente os indianos usam bastante bigodes, principalmente os hindus. Os mulçumanos usam mais a barba em homenagem a Maomé. Dizem que os hindus usam o bigode em homenagem a Arjuna, o companheiro de Krishna no Mahabharata, um dos cinco irmãos Pandavas. Mas se for feita uma uma pesquisa, a maioria dos indianos não vai saber o porquê do uso do bigode, provavelmente vão dizer que usam porque são homens. O hábito vai passando de um para o outro, assim como já foi costume há algum tempo atrás no Brasil quase todos os homens usarem bigodes ou cavanhaques. Depois esse hábito acabou como acabou o hábito do uso do chapéu. Na Índia, a origem do uso do bigode foi para homenagear Arjuna. Os Rajputs (uma linhagem de tribos do Rajastão) usavam e continuam usando bigodes diferentes, que fazem curvas como espiral, misturados com as barbas, e até bigodes gigantescos, e eles ostentam estes bigodes com o maior orgulho de um Rajput.
Globo.com

9.8.09

QUEM FOI INDRA


Indra não é propriamente uma pessoa e sim uma força que governa o reino dos céus. Nas escrituras hindus (Rig Vedas), ele é como um guerreiro montado em um elefante branco (Airavata) com um cedro de rei e um raio em uma de suas mãos, por isso é conhecido também como o deus das tempestades, o deus da guerra, o defensor dos Devas e da humanidade contra as forças do mal.
Ele venceu grandes batalhas, sua esposa é a bela rainha Indrani. Ele adora beber o “soma” para chamar a força. Mas de tempos em tempos seu reinado é trocado por outro que assume seu lugar, surgindo um novo Indra para governar esse plano celestial onde reside os Devas, as Apsaras e os seres Gandharvas. Ele também é associado ao pavão que o simboliza aqui na terra. Ele era mais venerado antes do período pós-Védico onde os avataras como Rama, Krishna (encarnações de Vishnu) e Shiva passaram a assumir um papel de maior devoção dos hindus.
Globo.com

25.7.09

POR QUE OS INDIANOS ACHAM QUE AS VIÚVAS NÃO DEVEM SE CASAR NOVAMENTE


Por que os indianos acham que as viúvas não devem se casar novamente

A Índia foi invadida diversas vezes por mongóis, mulçumanos, portugueses, franceses e ingleses. Em diversas épocas, quando os homens morriam os invasores ficavam com as viúvas , o que feria a honra dos hindus. Baseado nas leis de Manu, quando as viúvas não tinham filhos maiores que as protegiam, elas praticavam a “Sati” que é entrar na pira mortuária do marido para não cair nas mãos dos inimigos. Mas essa prática está proibida por lei desde o século XIX, ainda na dominação inglesa.
A lei de Manu também diz que, mesmo depois de o marido morrer, a viúva ainda é parte dele e não deve se casar de novo. Existem também na Índia os viuvários onde as viúvas que não tem como se sustentarem vivem em espécies de asilos custeados pelo governo. Somente de um tempo para cá as viúvas começaram a se casar de novo, mas isso ainda é muito difícil, somente quando elas se enviúvam muito novas. As mais velhas preferem permanecer sem marido, cuidando da família e protegida por ela.
Hoje na Índia as viúvas exercem muito poder perante a família quando não se casam de novo. A presidente da Índia, Pratibha Patil, é uma viúva e a presidente do maior partido político indiano, o partido do congresso, Sonia Gandhi, é uma firanghi estrangeira e viúva do Rajiv Gandhi.
Globo.com

8.7.09

O QUE SÃO CHAPATIS ?


O QUE SÃO CHAPATIS ?

Na Índia é comum o uso de chapatis ou outros tipos de pães nas refeições. Os indianos geralmente comem com as mãos, isto é, sem talheres, por isso o chapati é bastante utilizado para pegar os alimentos.
Existem vários tipos de pães: o roti,o porota, o nan, mas o mais comum é o chapati mesmo, que é o mais simples dos pães. Dizem que ele foi o primeiro pão de que se tem notícia na história das civilizações e que é consumido há mais de dez mil anos no vale do rio Hindus.
O chapati é feito de água, sal e farinha de trigo (50% integral e 50% branca), sem qualquer tipo de fermento. Mistura-se a farinha com a água e um pouco de sal fazendo uma massa simples que é aberta com um rolo ou uma garrafa em formato redondo. Depois é só esquentá-lo dos dois lados em uma chapa quente e colocá-lo direto no fogo alguns poucos segundos. Esse é o mais simples e o mais consumido dos chapatis, mas existem os mais elaborados feitos com Guee (manteiga clarificada), com pimentas ou co batatas, que é o aloo porota. São inúmeras as formas de fazer esses deliciosos pães que acompanham as refeições dos indianos.
Conexão India

21.6.09

POR QUE OS INDIANOS DE CASTA NÃO COMEM O QUE OS DALITS COZINHAM ?


Por que os indianos de casta não comem o que os dalits cozinham?

Esse é um costume bem antigo justificado pelos hábitos de higiene que são diferentes em cada casta. Um brâmane toma três banhos ao dia, lava as mãos antes e depois de qualquer atividade de trabalho ou de limpeza pessoal. Ao cozinhar, os brâmanes observam diversos hábitos bastante rígidos. Por exemplo, no preparo dos alimentos a água utilizada tem que ser pura, os legumes têm que ser lavados e cortados de forma correta, as especiarias, as ervas e os temperos precisam ser manuseados com as mãos limpas. Os brâmanes ainda utilizam mantras para fazer e consumir suas refeições.
Além disso, os dalits comem qualquer espécie de carne enquanto os brâmanes não comem carne animal de nenhuma espécie; os kshatria e vaishas podem comer frango e os
sudras comem cordeiro e aves. Os indianos acreditam que os alimentos são transformados em energia e, então, em pensamentos e ação, por isso os consideram sagrados.
Hoje, na Índia moderna, esses costumes estão diminuindo nas grandes cidades, nos restaurantes, nos hotéis… Porém, os indianos mais tradicionais não abandonam esses hábitos higiênicos e de não comer carne ou comida feita por estranhos de forma alguma.
Globo.com

6.6.09

QUEM SÃO AS HIJDAS ?


QUEM SÃO AS HIJDRAS ?

Nem homens nem mulheres, como se diz na Índia: o terceiro sexo! As hijdras são castradas, em meio a uma cerimônia presidida por um sacerdote. Elas continuam a existir na Índia, e formam até uma casta. Também fazem parte do grupo os travestis operados.
As hijdras têm seus templos, sua deusa, e cumprem rituais que celebram a passagem do corpo masculino para o feminino. A sociedade lhes confere poderes excepcionais: eles têm o dom de abençoar e trazer sorte aos recém nascidos e recém casados. Na crença popular esse poder vem do amor que acumulam dentro de si, porque como não podem constituir família, não têm a quem dedicá-lo.
Assim, são convidadas para as festas para dar sua benção, cantar, dançar (cantam e dançam com excelência) e recolher dinheiro dos convidados, em troca de garantir o sossego local. Ninguém consegue ficar sem rir, pois são campeãs em humor. É muito auspicioso encontrá-las, mas negar dinheiro a uma hijdra é um risco terrível, porque elas nascem também com o poder de amaldiçoar.
Globo.com

22.5.09

LUTA CONTRA O PRECONCEITO


LUTA CONTRA O PRECONCEITO

Gandhi foi um dos que lutaram pela inclusão dos intocáveis. Ele próprio passou a lavar o seu e outros banheiros, numa atitude simbólica que tinha por finalidade demonstrar a igualdade entre os homens. Se fosse pelas aparências, o miúdo e tímido Mohandas Karamchand Gandhi (1869-1948), conhecido como Mahatma Gandhi, jamais teria chegado a ser o líder que foi. Mas, como todo mundo sabe, as aparências enganam e a história dá voltas. E as voltas que Gandhi deu na história foram muitas: por meio do conceito de ahimsa (“não violência”), conquistou a independência da Índia e, sem deixar de ser hindu, protestou contra a hierarquia das castas. Gandhi também acreditava que a exclusão dos intocáveis era uma perversidade do hinduísmo tradicional. Para ele as castas deveriam existir para abrigar os diferentes talentos de cada um e não para oprimir as diferenças.Autor de muitas frases célebres, Gandhi disse uma vez:“As religiões são CAMINHOS DIFERENTES convergindo para o MESMO PONTO. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos O MESMO OBJETIVO?”Depois da independência da Índia, em 1947, um intocável, o Dr. Ambdkar, participou da redação da nova constituição, que aboliu as castas - da lei, mas não dos costumes. Elas vigoram até hoje, mais fortemente nas regiões rurais, e o governo da Índia tem feito campanhas sistemáticas no intuito de transformar esse quadro, estimulando com prêmios casamentos entre castas e proporcionando aos dalits o direito à educação e ao mercado de trabalho. Apesar de ainda encontrarem muita resistência, os dalits já fizeram conquistas consideráveis: entre outras, a eleição de Mayawati, uma intocável, para governadora do estado de Uttar Pradesh.Vamos lutar sempre por mais igualdade nesse mundo,independente do PAÍS,igualdade entre os homens e paz na Terra.

Deva Shakti

9.5.09

VIAJANDO ESPIRITUALMENTE COM VYASA



VIAJANDO ESPIRITUALMENTE COM VYASA

(Nas Asas de uma Linda Amizade Espiritual)
Você veio e me falou de Krishna e Rama.Lembrou-me da titânica luta que rola dentro do próprio homem.Onde o ideal não é competir com ninguém, mas vencer a si mesmo.Você falou-me de paz no coração e da grandeza da humildade verdadeira.Explicou-me que quem ama realmente agradece ao ser amado pela chance de amar.E que o amor jamais é orgulhoso... E faz o sol nascer nos olhos.Você me ajuda há tantas vidas, e eu nem sempre fui merecedor de sua amizade.Por vezes, você chamou minha atenção, sempre com respeito e consideração.Como um professor querendo o melhor do aluno; como um pai espiritual.Você jamais me pressionou ou quis impor nada. Pelo contrário, sempre foi cordial.Mesmo quando eu merecia uma bronca, você esclareceu-me com tranquilidade.E eu aprendi a ler no seu olhar silencioso. Aprendi que a força vem do equilíbrio.Você falou-me de uma estrela longínqua, de onde você veio há muito tempo.Explicou-me o significado da força de Rama e do sorriso de Krishna.E pediu-me para visualizar a estrela prânica sobre minha cabeça.Você ensinou-me a arte de ficar em silêncio, nas asas da meditação.Explicou-me sobre a força e proteção espiritual de Ganesha.Falou-me do Darma e da responsabilidade que vem com o conhecimento.Você veio, leve e gentil, e encheu meu lar de serenidade e compreensão.Falou-me da gratidão e admiração que os rishis têm por Brahman.Exortou-me a orar por todos os homens, sem julgar ninguém.Você iniciou-me nas vibrações de Hamsa, e falou-me dos vôos espirituais.Ensinou-me a amar e respeitar a arte das viagens espirituais conscientes.E pediu-me para, cada vez mais, falar aos homens sobre esse potencial.Você ensinou-me a respeitar a cada chacra como um portal espiritual.Falou-me das artes da cura e da riqueza que é encher as mãos de luz.E exortou-me a respeitar a todos, principalmente os que sabem menos na senda.Você me viu reencarnar e crescer, e velou secretamente pelo meu sono.E, às vezes, quando eu era criança, via uma linda estrela sobre meu berço.Eu não sabia, é claro, que você estava ali, invisivelmente cuidando de mim.Você nunca me disse que era a luz de nada; sempre falou-me da Luz de Krishna.Mas eu vi a luz das estrelas em seu semblante; eu vi o amor raiando em seu olhar.E, só de pensar em você, os meus olhos também brilham, de gratidão e respeito.Você projetou um campo de luz azulada em torno de mim.E pediu-me para abrir meu coração, com humildade, e orar a Krishna e Rama.Explicou-me que grandes assistências espirituais são feitas de silêncio e amor.Você contou-me que Rama flechou o coração de Sita com uma seta de luz.E que Krishna acertou o coração de Radha com uma flecha de amor.E que você também foi flechado, pelos dois, com a seta da espiritualidade.Você caminha com honra, meu amigo. E eu tento seguir o seu exemplo...Ah, quem me dera ter a sua serenidade... Mas, estou aprendendo.Se Krishna e Rama flecharam o seu coração, o meu também foi flechado, por você.Você é como um padrinho espiritual dos escritores das coisas do espírito.E sua inspiração faz o vento do espírito entrar nas palavras escritas.E o pó da morte é levado, varrido pelo esclarecimento consciencial.Você trabalha nos bastidores do Darma e não gosta de personalismos.Por isso, raramente aparece. Mas, aqui e agora, eu quero registrar sua presença.Sim, e agradecê-lo, por velar pelo meu sono. Por me amar. Por me fazer escrever.Você mostrou-me sua estrela longínqua, e disse-me: “Um dia, nós iremos para lá!Mas, primeiro, o cumprimento do Darma na Terra. Antes, o trabalho de luz.Por Krishna. Por Rama. Pelo Eterno. Pelo amor que flechou nossos corações.”Você, então, olhou-me nos olhos, e eu vi o amor que o move há tanto tempo.Eu vi o sorriso de Krishna em seu olhar, e a força e honra de Rama em sua aura.Eu vi sua saudade de casa, meu amigo. E o seu esforço para estar aqui, pelo Darma.Em lugar de sua estrela, lhe deram um cara como eu, para você cuidar e inspirar.Será que Krishna e Rama lhe pregaram uma peça? Ou tem algo bom rolando aqui?Oxalá, valha a pena para você. Porque, para mim, está valendo muito ter você aqui.Você veio e falou-me do valor da gratidão e da honra na senda, espiritual e humana.Ensinou-me que a grandeza está nas coisas simples e que humildade não humilha.O que faz isso é o orgulho. E, quem não agradece, rebaixa a si mesmo.Você veio e, novamente, pediu-me para pensar em Rama e Krishna.Eu pensei, e o amor encheu meu coração de gratidão, a eles, e também a você.E, agora, tem uma grande estrela pairando aqui em cima de minha cabeça.Ah, Vyasa, que lindo presente você me deixou.Eu vou deitar-me visualizando-a e pensando em Rama e Krishna.Para que a minha viagem espiritual seja honrada e de acordo com a Luz.
P.S.:Que Rama e Krishna fortaleçam, cada vez mais, os estudantes espirituais que estagiam e trabalham por climas melhores entre os homens de todos os lugares.Que o momento de você voltar para a sua longínqua estrela esteja bem próximo, meu amigo. E que eu seja digno do seu esforço, para, quando você for, me levar junto.E aí, vamos levar o sorriso de Krishna e a força e honra de Rama para outros lugares do universo, no Darma.Vyasa, vamos flechar outros corações com as setas da espiritualidade, por aí...OM!Gratidão e Serenidade.Esclarecimento e assistência espiritual.Paz e Luz.
Wagner Borges

23.4.09

RITUAL DE GANESHA

RITUAL DE GANESHA

Propósito
Remoção de obstáculos, sucesso nos empreendimentos, jornadas, começos, prosperidade, paz e para livrar-se de forças perigosas.

Material necessário
§ Uma estatueta de Ganesha ou de um elefante;
§ Pacotinho de incenso de sândalo (palitos);
§ Um potinho (tipo xícara de cafezinho) com arroz cozido só na água (sem tempero algum);
§ Um pratinho com docinhos de coco e balas de mel (renovados todos os três dias)
§ Um pratinho com 9 moedas de qualquer valor
§ Flores amarelas e vermelhas;
§ 1 vela amarela;
§ 1 vela vermelha;
§ Papel e lápis.

Primeiro dia
1) Prepare um pequeno altar, enfeite-o com um paninho vermelho e coloque Ganesha sobre uma peanha (uma base, ele deve ficar mais alto que as oferendas);
2) Aos pés de Ganesha, coloque as flores, as moedas, os docinhos e o arroz;
3) Acenda um palito de incenso de sândalo;
4) Faça uma reverência para a estatueta, com as mãos. Diga em voz alta:


ALEGRE-SE, POIS ESTA É A HORA DE GANESHA!
O SENHOR DOS OBSTÁCULOS VEM LIBERADO PARA SEU FESTIVAL.
COM A SUA AJUDA, EU SEREI BEM-SUCEDIDO.
EU O SAÚDO, GANESHA!
TODOS OS OBSTÁCULOS NA MINHA VIDA SERÃO REMOVIDOS!
EU ME REGOZIJO EM SUA PRESENÇA, GANESHA.
BOA SORTE E NOVOS COMEÇOS FLUEM PARA MIM.
EU O EXULTO, GANESHA!
EU ME REGOZIJO POR BOA SORTE E MUDANÇAS VINDOURAS


5) Em seguida, ACENDA as duas velas (a amarela e a vermelha);
6) Concentre-se em Ganesha e diga a ele quais são os obstáculos que estão obstruindo o seu caminho para o sucesso;
7) Concentre-se verdadeiramente, com toda a sua atenção. Tente perceber o que a sua intuição lhe diz. Examine se os obstáculos são reais ou se, inconscientemente, você mesmo os está criando. Você poderá sentir que surge um novo caminho para ser trilhado;
8) ESCREVA no papel o que você gostaria de ver realizado e, depois, ponha o papel embaixo da estatueta, e diga:


ALEGRE DEUS DA CRIATIVIDADE,
AMADA E DILIGENTE DIVINDADE.
PROSPERIDADE, PAZ, SUCESSO,
EU PEÇO QUE COM ISSO ABENÇOE MINHA VIDA
E MOVA A RODA DA VIDA,
FAZENDO-ME SENTIR MUDANÇAS POSITIVAS.


9) Faça novamente uma reverência, com as mãos na mesma posição;
10) APAGUE as velas e deixe o incenso se consumir.
11) Ofereça as balas e os doces aos familiares e amigos.


Segundo Dia
1. Renove o potinho com doces e balas;
2. Acenda o incenso;
3. Faça a reverência e a primeira prece;
4. Acenda as velas;
5. Concentre-se em Ganesha e repita para ele quais os obstáculos que precisam ser removidos e seu caminho;
6. Faça a segunda prece, seguida da reverência.
7. Apague as velas e deixe o incenso se consumir.
8. Ofereça doces e balas.


Terceiro Dia
Repita os itens do segundo dia, e deixe as velas queimarem até o fim e o incenso também. Depois, espalhe as flores e o arroz em um jardim; e ofereça os doces e as balas para familiares e amigos.